estradas perdidas

Atrás de casa, encoberta por tufos de erva daninha, silvas e bidões abandonados, o comboio de janelas iluminadas vinha das Quintãs e silvou depois do túnel em curva, em direcção a Aveiro. Ali ao lado há uma estrada, a minha primeira estrada. Mulheres e homens cruzam-na impelindo teimosamente os pedais das bicicletas. Junto à vitrine de um pronto-a-vestir lê-se "Modas Katita". De uma taberna, saem dois homens que se dirigem para duas Famel-Zundapp. Estrada perdida.

2006-02-28

ALTER DO CHÃO, PARÁ, BRASIL

Posted by Picasa Alter do Chão é quente. Nem Cerpa nem Skol nem Kaiser nem p... nenhuma me matava a sede. No fim da tarde, o pessoal passava no Mercantil do Mingote para se abastecer de gelados, refrigerantes...hu...cerveja para levar para a pousada onde nos esperava um quarto entretanto transformado em forno durante mais um dia de época seca na Amazónia. E o Rio Tapajós que parecia sopa e parecia aquecer mais do que refrescar? Estou-me a queixar de quê? Adorei Alter do Chão, o peixe grelhado na praia fluvial, a água morna do Tapajós, a lanzeira, a moleza, o bafo cálido dos trópicos...